O Imperador e o Príncipe: a participação do governo imperial brasileiro na questão dinástica do Reino do Congo (1857 1860).

 Frederico António Ferreira

Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro

Texto integral:

https://www.academia.edu/41675235/O_Imperador_e_o_Príncipe_a_participação_do_governo_imperial_brasileiro_
na_questão_dinástica_do_Reino_do_Congo_1857_1860_

No Festim dos Lobos: Império do Brasil e o colonialismo na África Centro-Ocidental (1880-1885).

Frederico Ferreira
Tese
2018

UFRRJ
INSTITUTO DE CIÊNCIAS HUMANAS E SOCIAIS
PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM HISTÓRIA

Link:

https://www.academia.edu/38399886/No_Festim_dos_Lobos_Império_do_Brasil_e_o_colonialismo_na_
África_Centro_Ocidental_1880_1885_?email_work_card=thumbnail

por quase cem anos aos ataques holandeses, luso-brasileiros e de bandeirantes paulistas. É um Um mapa guardado no acervo de uma biblioteca da Universidade de Harvard, nos Estados Unidos, e que aponta localização de três quilombos no Brasil, servirá de guia para escavações que podem revelar detalhes da vida de negros livres no período colonial.

De acordo com uma reportagem do g1, o mapa é a versão original manuscrita do Brasília Qua Parte Paret Belgis (A parte do Brasil que pertence aos Neerlandeses), do matemático e naturalista George Marggraf. Composto de nove mapas das Capitanias e Câmaras do Brasil Neerlandês, o período histórico da invasão e ocupação holandesa no Nordeste brasileiro, de 1630 a 1654, o mapa foi localizado pelo cartógrafo histórico Levy Pereira.

O documento ajudará um grupo de pesquisadores das áreas da arqueologia, geografia, história e antropologia da Universidades Federal de Alagoas (UFAL) e Rural de Pernambuco (UFRPE), que tenta encontrar vestígios do que seriam os quilombos mais antigos fundados na região do Quilombo dos Palmares, entre os estados de Pernambuco e Alagoas.

Fundado no final de 1590, o Quilombo dos Palmares foi um Estado autônomo que resistiu símbolo de resistência à escravidão dos negros que se recusavam à submissão imposta pelo sistema colonial.

Documentos históricos já mostravam, entretanto, que o local seria apenas o último dos quilombos da região, conhecida pela fertilidade e boas condições para caça de animais e coleta de vegetais.

Mas arqueólogos enfrentavam duas dificuldades ao analisar esses relatos e tentar chegar a essas localidades. Os relatos da época descrevem rios e montanhas com nomes em desuso, e distâncias em milhas aproximadas, o que impedia precisar a identificação das áreas.

“Aí entra a importância desse mapa descoberto. Os rios e algumas montanhas [que aparecem nele] também são citados no relato desse holandês”, explicou ao g1 o arqueólogo Onésimo Santos, um dos coordenadores da pesquisa.

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