The Spirit of Bandung
Luis Eslava, Michael Fakhri, and Vasuki Nesiah
Publisher: Cambridge University Presshttps://doi.org/10.1017/9781316414880.003
…«Bandung was a conference against both imperialism and mere spectatorship. It was a performative commitment to changing the conditions of life under empire and returning the native land to the possibilities of history, with all of the associated costs this enterprise entails…»
Texto integral:
https://www.academia.edu/87832008/The_Spirit_of_Bandung?email_work_card=thumbnail
Abstenção Eleitoral em Portugal: Mecanismos, Impactos e Soluções
José Santana Pereira
João Cancela
Fundação Francisco Manuel dos Santos
Texto integral:
presenza
INTERNATIONAL PRESS AGENCY
Laisser derrière soi la loi du Talion
14.09.24 – Javier Tolcachier
« Il est regrettable de constater que dans les relations internationales, l’ancienne loi du Talion, établie à l’époque babylonienne et reprise avec quelques modifications dans le droit romain, est toujours en vigueur. La pulsion de vengeance est encore bien vivante dans l’idée que face à un grief, une offense ou un préjudice causé, il est juste de riposter… »
Link : https://www.pressenza.com/fr/2024/09/laisser-derriere-soi-la-loi-du-talion/
Portugal abriga o primeiro bairro social do mundo embaixador dos ODS
Zambujal, no município de Amadora, em Portugal, é o primeiro empreendimento de habitação social do mundo a ser embaixadora dos ODS (Objetivos de Desenvolvimento Sustentável).
ONU News/Sara de Melo Rocha
«Zambujal, na Amadora, perto da capital do país, transformou as paredes dos prédios numa iniciativa ligada aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável; proposta incluiu moradores e artistas em processo que mudou forma como o bairro se vê e é visto.» …
Texto integral:
https://news.un.org/pt/story/2026/05/1853071

O ÓDIO FAZ MAL À SAÚDE – Para além do cérebro (I)
SubstaK, 22 de maio de 2026
Longe de mim pensar que, para não se odiar e arder em ódio, se deve ficar contemplativo, passivo, indiferente.
Pelo contrário, para viver e sobreviver devemos ser combativos e estar alerta..
Voltando à neuro-psico-biologia.
Quando falamos de cérebro, estamos a usar uma palavra, que significa apenas uma parte do nosso sistema nervoso, central e periférico.
Não comecem os das “Humanidades” a dizer “isto é tudo cultural e social”. É…, mas.
Já é tempo de termos um saber transversal, interdisciplinar. Complexo, dinâmico. Interrogativo.

Voltemos ao cérebro, e ao resto.
Por baixo do cérebro e em ligação com ele ficam estruturas antigas nas espécies e depois o resto do corpo e o tubo digestivo, claro.
Quem quiser saber mais que leia o Damásio. No último livro, traduziram, mal, feelings, por sentimentos (tal como está no artigo do Expresso de apresentação do livro). São sensações. As que vêm antes de tudo. Frio, calor, dor.
Mas o ódio é sentimento. E mete cortisol, adrenalina e outros, hormonas e neurotransmissores ou vice-versa.
Vem isto também a propósito do que sentimos perante as pessoas como Ventura, Pacheco de Amorim, Trump, Vance e Netanayou, por exemplo.
Eles destilam ódio. Têm uma fábrica de ódio dentro deles
Não nos deixemos arder em adrenalina, nem murchar em cortisol.
Libertemo-nos dos maus sentimentos. Para poder pensar. Discutir sem raiva. E agir, claro
(deixo a conversa para o próximo episódio)
Isabel do Carmo
Pourquoi ce débat des BRICS sur la dédollarisation ?
Ding Yfan—7 février 2025
Historiquement, le Sud global a souffert de l’hégémonie du dollar étasunien. Si les membres des BRICS parviennent à surmonter ces contraintes, le système financier mondial pourrait être transformé.
Texto integral :
https://lavamedia.be/fr/pourquoi-ce-debat-des-brics-sur-la-dedollarisation/
E A CULPA É DE QUEM
Culpados, vítimas e desconhecedores
Isabel do Carmo
Ardemos, nas capitais europeias, com 40o à sombra. Nós, os que só nos lembrávamos do calor das zonas tórridas se fossemos para locais com ar condicionado e ao pé do mar.
Nós, que só associávamos há pouco tempo a côr da pele dos habitantes da África Sub-sahariana à intensidade do sol próximo do Equador. Ah, pois é por isso, não é por “não serem do nosso sangue”! Se não fossem daquela côr morriam queimados, como nos aconteceria se não nos puséssemos à sombra e besuntados quando vamos à Praia. Foi a selecção, estúpido! E mais a adaptação. Estúpido, não. Mal informado…. Há tantas coisas que nós desconhecemos…A que é que chamamos infinito? Como é de facto a estrutura dos vírus, que não conseguimos ver a olho nu? Ignoramos muito mais do que sabemos.
Mas este calor intenso, isso sabemos de onde vem. Vem da exploração e uso dos combustíveis fosseis. Há vários anos que pequenos grupos de activistas, a Green-Peace, os nossos jovens que puseram um processo a Portugal no Tribunal Europeu, os jovens estudantes, que inventam formas, às vezes mal inventadas, é certo, e que são ridicularizados. Mas mostram que pensam para além do umbigo.
Nós sabemos. Aumenta o calor, as calotes geladas dos polos estão a derreter, o nível domar sobe, perdem-se praias e arribas, MC Ewan constroi um romance em que os personagens vivem numa ilhota num arquipélago onde antes era a Grã-Bretanha.
Nós sabemos. Os netos dos “grandes ricos” viverão em ilhotas.Os “grandes ricos” estão à beira do “Barranco do Cegos”.Mas riem-se…
E, no entanto, há a energia do sol, do vento, do mar. Não é por não saberem…
O que resta fica para nós que desidratamos resignados.
Não tenho resposta. Entrámos numa fase em que não temos resposta e temos direito a não ter. Mas reconhecer esta interrogação, este vazio, esta falta de “táctica e estratégia”.
É o primeiro Passo. A solução é política…. Porque as químicas e físicas já se conhecem. É até talvez as económicas. Mas as políticas…E é de muito pensar, conversar, agrupar, filosofar, errar, que as soluções aparecerão.
E, para já, beber 2 litros de água por dia. Também é bom para poder pensar…
Mas ódio aos “ricos”, que estão nos ares condicionados e nas piscinas, não. Faz mal à Saúde. A inveja também. Os Trumps deste mundo não merecem a nossa adrenalina. Nem o nosso cortisol. A revolta tem que arder em lume brando. E muita intervenção possível.