Resposta do Papa ao Presidente do Burkina Faso

https://www.youtube.com/watch?v=sYCLonABk04

Sínodo: o melhor, o novato, o veterano, a Igreja ausente e o suspiro do economista

António Marujo, no Vaticano | 24 Out 2023

«…Num Sínodo em que se pediu silêncio aos participantes para tentar evitar a polarização, juntam-se um cardeal austríaco e outro mexicano, ambos veteranos, e um terceiro cardeal novato, francês; e, à falta de notícias sobre o tom dos debates na assembleia, temos testemunhos sobre as suas realidades diferenciadas e saem desabafos, lamentos, sentimentos… E até um suspiro de um economista liberal, desejando que o Conselho de Segurança das Nações Unidas funcionasse ao menos um pouco como o Sínodo dos Bispos católicos…»

https://setemargens.com/sinodo-o-melhor-o-novato-o-veterano-a-igreja-ausente-e-o-suspiro-do-economista/

Éric MORIER-GENOUD, The Vatican vs Lisbon. The Relaunching of the Catholic Church in Mozambique, ca. 1875-1940, Bâle, Basler Afrika Bibliographien,

2002, 16 p., ISSN: 1422-8769 (« BAB Working Paper », 5

Evolução da situação da Igreja Católica em Moçambique entre o século XVIII e o início do século XX

Décembre 2002/Novembre 2005, Michel Cahen

https://www.academia.edu/120420559/%C3%89ric_Morier_Genoud_The_Vatican_vs_Lisbon_The_Relaunching_of_the_Catholic_Church_in_Mozambique_ca_1875_1940_B%C3%A2le_Basler_Afrika_Bibliographien_2002_16_p_ISSN_1422_8769_BAB_Working_Paper_5_?email_work_card=thumbnail

Como nos julgarão e a quem teremos de fazer reparações?

Artigo de   José Pedro Paiva, publicado no jornal «Público»

11 de Maio de 2024, 6:42

https://www.publico.pt/2024/05/11/opiniao/opiniao/julgarao-reparacoes-2089824

PARTE I Inquisição em África

Organização de FRANCISCO BETHENCOURT e PHILIP HAVIK.

Colóquio realizado no Centro Cultural Gulbenkian, em Paris, no dia 2 de Junho de 2003.

«A actividade da Inquisição é mal conhecida, devido à inexistência

de um tribunal próprio. Seria necessário o levantamento exaustivo

de denúncias e processos, para verificar a enorme gama de práticas e crenças heterodoxas, nomeadamente de portugueses influenciados pelo Islamismo no Norte de África ou praticantes

do Judaísmo nos rios da Guiné, bem como de africanos convertidos, acusados de magia e feitiçaria, que regressavam

às suas religiões.»

Francisco Bethencourt

Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa

Philip Havik

Área de Sociedades e Culturas Tropicais (SOC)

Instituto de Investigação Científica Tropical (IICT)

Fonte; REVISTA LUSÓFONA DE CIÊNCIA DAS RELIGIÕES – Ano III, 2004 / n.º 5/6 – 21-27