Suplementação de vitamina A e estado nutricional em crianças de 6 a 36 meses no norte de Gana.

Esmond W. Nonterah; Aaron K. Christian; Paulo Welaga; Samuel T. Chatio; Maxwell A. Dalaba; Abraham R. Oduro; 

Ayaga A. Bawah; Engelbert A. Nonterah 

Em nome do estudo INPreP

afrique XXI

Niger-France, une relation radioactive (1/5)

À Arlit, des lendemains qui déchantent

Reportage · Alors que les relations entre Paris et Niamey sont quasiment rompues, l’avenir des mines exploitées par Orano est en suspens. Le géant du nucléaire quittera-t-il le Niger après plus de cinquante années d’une présence contestée ? Afrique XXI consacre un dossier à l’histoire explosive de l’uranium nigérien. Dans ce premier épisode, direction Arlit, une ville à jamais polluée où l’avenir s’écrit en pointillés.

Versão integral :

https://afriquexxi.info/A-Arlit-des-lendemains-qui-dechantent

CONFEDERAÇÃO DO Sahel AES

A Confederação do Sahel constituíu-se com o MALI, o BURKINA FASO e o NÍGER

O principal objectivo destes países é libertar-se do domínio económico e militar da França e também da Comunidade Económica dos Estados da África Ocidental (CEDEAO), que consideram a continuação do domínio francês. 

Decidem abandonar o franco e criar uma moeda única.

Coloca-se a questão de conseguirem, ou não, aguentar-se sob ponto de vista militar e económico ou, em alternativa, de ser apenas a fase inicial de libertação pan-africanismo, à qual, tal como sucedeu no Senegal, se venham a suceder as lutas anti-coloniais,as independências e depois o neo-colonialismo, neste caso o francês.

Ibrahim Traore, presidente de Burkina Faso, recusou a assistência financeira do FMI e do Banco Mundial.

“A África não precisa do Banco Mundial, do FMI, da Europa ou dos Estados Unidos.” Nós, africanos, temos o que é preciso para fazer nossa economia crescer sem nenhum empréstimo. Não podemos continuar a ser escravos financeiros usando empréstimos”, disse Ibrahim Traore, presidente de Burkina Faso

Texto integralem:

https://twitter.com/artedaguerracnl/status/1824949455000391937

afrique XXI

Les artistes du Burkina Faso à l’épreuve de la censure

Analyse · Au Burkina Faso, la censure contre les chanteurs subversifs est de retour. Mais, à l’instar du reste du continent, aujourd’hui comme au temps des indépendances, l’art est le miroir de la société et il se fraie un chemin malgré les obstacles.

OMAR NOAGA YAMÉOGO

28 mai 2025

Ler texto integral:

https://afriquexxi.info/Les-artistes-du-Burkina-Faso-a-l-epreuve-de-la-censure

PRESSENZA

INTERNATIONAL PRESS AGENCY

La république du Mali criminalise officiellement l’esclavage et les pratiques assimilées

30.03.25 – Mali – Rédaction Belgique

« La République du Mali a franchi une étape historique en criminalisant officiellement l’esclavage et les pratiques assimilées. Cette décision marque une avancée majeure dans la protection des droits humains et la reconnaissance de la dignité de tous… »

Information transmise par Hanoune Diko

Link para o texto integral

https://www.pressenza.com/fr/2025/03/la-republique-du-mali-criminalise-officiellement-lesclavage-et-les-pratiques-assimilees/

Niger : Ali Lamine Zeine nommé premier ministre par les putschistes, une émissaire américaine reconnaît des discussions « difficiles »

Artigo publicado no jornal Le Monde (Le Monde Afrique) sobre o golpe de Estado 26 de julho de 2023, no Níger, que depôs o presidente democraticamente eleito em 2021

Link: https://www.lemonde.fr/afrique/article/2023/08/07/coup-d-etat-au-niger-une-delegation-officielle-du-mali-et-du-burkina-a-niamey-en-solidarite_6184710_3212.html

EMMANUEL TERRAY, ANTROPÓLOGO E ACTIVISTA

No dia 25 de Março 2024 faleceu Emmanuel Terray, nascido em 1935. Filósofo e antropologista, dedicou uma parte do seu trabalho à investigação de África (sobretudo Costa do Marfim e Gana) e à solidariedade com os trabalhadores africanos imigrados em França. Em 1996, estes imigrantes sem papéis ocuparam primeiro o ginásio Japy, depois a igreja St. Bernard. Cerca de duas centenas de parisienses fizeram vigilância à volta da igreja para evitar uma expulsão pela força. Emmanuel Terray, que era professor na Escola des Hautes Études em ciências sociais juntou-se ao grupo, tal como várias associações e a Liga dos Direitos Humanos.

Apesar disso a 23 de Agosto de 1996 houve uma expulsão violenta. Em seguida vieram os trabalhadores chineses sem papéis, que constituíram um colectivo para ocupar também a igreja. Emmanuel Terray associou-se a outra antropóloga, Elisabeth Allés, que serviu de intérprete com os chineses. Um segredo colectivo constitui-se na igreja de Saint-Hyppolite, mas conseguiram negociar com o Presidente da Câmara da altura.

Os dois antropólogos constituíram então um terceiro colectivo, com 35 nacionalidades: chineses na maioria, mas também turcos, magrebinos, africanos do centro e sul, haitianos e filipinos. O colectivo fez sucessivas ocupações em Centros de Estrangeiros, na Igreja Saint-Jean Baptiste de Bellevie e no Estádio de França, sem resultados. Com o novo Governo em 1997 e foram obtidas 600 regularizações das 900 requeridas. Novamente com as portas fechadas, o colectivo recorreu à solidariedade dos Protestantes. Recorrendo à última arma, Emmanuel Terray juntou-se a 30 grevistas da fome: um jovem argelino, 14 turcos e 14 chineses, entre os quais 8 mulheres. Houve uma vitória relativa com regularização de 23 grevistas. Emmanuel Terray é, pois, um exemplo de antropologista, que é simultaneamente investigador e militante.

(Fonte: Traversée, Emmanuel Terray em diálogo com Jean-Paul Colleyn, Bruxeles, Ed. Labor, 2005, Mediapart, 1.4.2024)