Antropologia

A Antropologia deve ser considerada como uma área ou ramo das Ciências Sociais e Humanas que estuda, por um lado, a evolução e características físicas e biológicas do ser humano (Antropologia Física ou Biológica), e por outro, questões sociais e culturais (Antropologia Sociocultural), diferente da Filosofia. 

Foi no percurso das investigações na área da Etnografia (e Etnologia) que surgiram as Antropologias de diferentes especializações como a Etnohistória, Etnolinguística, Etnopsicologia, Etnosociologia, Etnobotânica, etc. 

O vasto campo da Antropologia ajuda a compreender a unidade e diversidade das culturas humanas e contribui para uma atitude de problematização, espírito crítico, respeito e tolerância em relação à diversidade cultural.

Leitura antropológica sobre Angolanidade Patrício Batsîkama | UFP

Sankofa. Revista de História da África e de Estudos da Diáspora Africana Ano VI, Nº XI, Agosto/2013, pp 51-70

«A teorização de “angolanidade” deveu-se, em grande parte, da corrente freyriana sobre luso-tropicalismo. Faremos a nossa releitura sobre esse assunto antes de falar propriamente sobre “angolanidade”, para depois abordar separadamente as quatro angolanidades que a Historia terá registado, nomeadamente: (i) angolanidade apriorística; (ii) angolanidaderizomática; (iii) angolanitude; (iv) angolanidade aposterioristica.»

Ler artigo na íntegra em: https://core.ac.uk/download/pdf/268359422.pdf

Ilha de Páscoa

DOCUMENTAÇÃO DA MISSÃO ANTROPOLÓGICA

DE MOÇAMBIQUE

RELATÓRIO DA 5ª CAMPANHA (1948)

Ana Cristina Roque e Lívia Ferrão

Publicação de 3 relatórios, documentos inéditos, relativos à 5ª Campanha da Missão Antropológica de Moçambique (MAM), realizada em 1948, e fazem parte do espólio documental da Colecção da MAM que integra o acervo patrimonial do Instituto de Investigação Científica Tropical, em Lisboa.

Editor:  Povos e Culturas

Data da publicação:  Junho 10, 2020

https://www.academia.edu/117958100/Documentação_da_missão_antropológica_de_Moçambique_relatório_da_5a_campanha_1948_?email_work_card=title

UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO FACULDADE DE FILOSOFIA, LETRAS E CIÊNCIAS HUMANAS DEPARTAMENTO DE ANTROPOLOGIA

MOÇAMBIQUE:

IDENTIDADES, COLONIALISMO E

LIBERTAÇÃO

JOSÉ LUÍS DE OLIVEIRA CABAÇO

Catalogação na Publicação

Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas

Universidade de São Paulo

CABAÇO, José Luís de Oliveira,

Moçambique: identidades, colonialismo e libertação/ José Luís

de Oliveira Cabaço; orientador Kabengele Munanga. – São Paulo, 2007.

Tese (Doutorado – Programa de Antropologia Social)

Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas – Universidade de São Paulo.

Ler texto integral

https://www.academia.edu/26214036/UNIVERSIDADE_DE_SÃO_PAULO_FACULDADE_DE_FILOSOFIA_LETRAS_E_CIÊNCIAS_HUMANAS_DEPARTAMENTO_DE_ANTROPOLOGIA_MOÇAMBIQUE_IDENTIDADES_COLONIALISMO_E_LIBERTAÇÃO?email_work_card=thumbnail

José Capela: o escravismo em Moçambique como violência estruturante

José Pimentel Teixeira

Uma análise da obra historiográfica sobre Moçambique de José Capela, associada a uma breve abordagem ao trabalho sobre escravatura de Eduardo medeiros, conducentes à reflexão sobre a sua pertinência para o entendimento da sociedade moçambicana actual.

Ler texto integral em:

https://www.academia.edu/33428757/Jos%C3%A9_Capela_o_escravismo_em_Moçambique_como_violência_estruturante?email_work_card=thumbnail

Missões Antropológicas de São Tomé (1954) e Angola (1955): caminhos para a descolonização da fotografia colonial

Lorena Christina Barros Travassos

Estudos Históricos Rio de Janeiro, vol 34, nº 72, p.81-106, Janeiro-Abril 2021

“Resumo Neste trabalho foram analisados dois conjuntos com fotografias inéditas produzidos durante as Missões Antropológicas em São Tomé e Príncipe (1954) e Angola (1955). A investigação, no âmbito do projeto Photo Impulse (financiado pela Fundação para a Ciência e a Tecnologia, Portugal) …»

Ler texto integral em: https://www.academia.edu/82318152/Missões_Antropológicas_de_São_Tomé_1954_e_Angola_1955_caminhos_para_a_descolonização_da_fotografia_colonial?email_work_card=title

Open Edition

Journals

Revista Angolana de Sociologia (RAS)

7 | 2011
Lusofonia – Sociedade colonial angolana

Breve análise sobre o nativismo africano: sua relação ambígua com o poder colonial português

Paula Morgado

p. 71-79

https://doi.org/10.4000/ras.1192

Ler texto integral: https://journals.openedition.org/ras/1192

https://www.jornaldeangola.ao/ao/noticias/destacada-a-escrita-de-pepetela-na-cultura-cokwe

Jornal de Angola

Destacada a escrita de Pepetela na cultura cokwe

Armindo Canda Jornalista

“O contributo da escrita de Artur Pestana “Pepetela” na cultura chokwe foi destacada,

quinta-feira, durante o programa “Margens e Travessias”, da TV Zimbo, apresentado

pelo jornalista e historiador Adriano Mixinge.”

27/01/2024

“Muana Puó” e “Lueji-O nascimento de um Império”, são dois livros reveladores do seu interesse pela cultura cokwe. Os cokwe são um grupo étnico Bantu da África Central e do Sul

Destacada a escrita de Pepetela na cultura cokwe

Armindo Canda Jornalista

“O contributo da escrita de Artur Pestana “Pepetela” na cultura chokwe foi destacada,

quinta-feira, durante o programa “Margens e Travessias”, da TV Zimbo, apresentado

pelo jornalista e historiador Adriano Mixinge.”

27/01/2024

“Muana Puó” e “Lueji-O nascimento de um Império”, são dois livros reveladores do seu interesse pela cultura cokwe. Os cokwe são um grupo étnico Bantu da África Central e do Sul

Colonialidade, decolonial e crioulidade… Reflexões

críticas sobre conceitos e sobre a questão do Brasil

Coloniality, decoloniality, and creoledom… Critical reflections on concepts and on the question of Brazil

Michel Cahen

Anuário Antropológico, Brasília, vol.50. 2025

Texto integral:

https://www.academia.edu/165949569/Colonialidade_decolonial_e_crioulidade_Reflexõees_críticas_sobre_conceitos_e_sobre_a_quesão_do_Brasil?email_work_card=thumbnail

RESISTÊNCIAS E COLABORAÇÕES AFRICANAS

em dois relatos de viagens em Angola no século XIX

Gabriel Felipe Silva Bem

RESUMO

«O presente trabalho procura problematizar a ação dos nativos na região norte de Angola do século XIX frente à colonização portuguesa, principalmente em relação à “colaboração” e à “resistência” …»

Revista de História – UFBA, v.7, 2019, p. 1-22

Ler texto integral em:

https://www.academia.edu/87515977/RESISTÊNCIAS_E_COLABORAÇÕES_AFRICANAS_em_dois_relatos_de_viagens_em_Angola_no_século_XIX

De que cor seria a pele desta mulher?

Esta gravação rupestre foi encontrada na Gruta de Cussac (Grotte de Cussac), situada no vale do rio Couze, na região de Dordonha, no sudoeste de França.

Conhecida como a Vénus de Cussac, a obra é um relevo esculpido diretamente na parede calcária da caverna, datado do período Gravetiano, com cerca de 25.000 a 30.000 anos de idade.